Os 26 livros que li em 2018 - Hamadrias

Os 26 livros que li em 2018

2018 foi o ano que eu finalmente voltei a ler com uma boa frequência, abaixo os livros que li com um pequeno resuminho do que eu lembro de cada um deles. (devia ter feito esse resuminho ao terminar de ler o livro)


What I Talk About When I Talk About Running – Haruki Murakami

amazon: em português | em inglês

Haruki Murakami é um autor famoso que eu não li nenhum outro livro dele além desse, kkk

Esse livro é legal conta várias histórias dele participando de corridas e etc o que eu achei bem legal e tem um pouquinho de “como levar uma boa vida”

Apesar de hoje eu já não lembrar muito mais do livro a leitura valeu a pena.


Conspiracy – Ryan Holiday

amazon: em inglês

Ryan Holiday é um dos autores que eu mais gosto atualmente, eu li praticamente todos os livros que ele publicou

Nesse livro ele conta a história da conspiração criada por Peter Thiel (um bilionário, um dos sócio fundadores do PayPal) que tinha como objetivo acabar com o site Gawker (um grande site de fofocas americano que não existe mais)

O site era bem maldoso em seus comentários e postagens e o motivo do Thiel criar essa conspiração foi por que o site publicou “do nada” que ele era gay, fato que ele gostaria de ter mantido privado, e não ser publicado em um site com vários comentários maldosos.

É um livro muito interessante, por que por um lado você fica com “medo” de saber que um bilionário pode simplesmente carregar uma briga legal por anos atrás de um possível fechamento de um site, e por outro o site antes disso era meio “invencível” já que o processo todo era uma batalha legal muito cara.


Forever Nomad: The Ultimate Guide to World Travel, from a Weekend to a Lifetime – Tynan

amazon: em inglês

Tynan é um blogueiro que eu acompanho a muito tempo, o livro é legal por que meio que conta como a vida dele é, além de ele ser uma dessas pessoas que consegue viajar pelo mundo por que tem vários negócios e empresas que trazem dinheiro para ele

Esse livro conta um pouco das coisas que ele fez ultimamente, que são “comprar uma ilha barata” (ele comprou a ilha na costa do Canadá com outros 10 amigos, e pelo que eu entendi saiu por cerca de 10k pra cada, o que é um valor razoável pra uma ilha (mesmo pensando em reais))

Ele também já comprou vários imóveis pelo mundo, pra facilitar suas viagens, pelo que eu sei ele tem casas em Las Vegas, Amsterdam e Havaí.

O legal é que ele conta de uma maneira que torna as coisas possíveis, eu acredito, como esses imóveis são divididos entre amigos e etc, ele paga “barato” e todos os amigos podem usufruir sempre dos imóveis e etc.

O difícil pra mim é ter esses amigos que fariam algo nesse sentido, mas é uma ideia muito boa, exemplo, você pode comprar uma casa de praia com 10 amigos e pagaria nisso o preço 10x menor podendo usufruir sempre da casa, ideia interessante…


The Dip: A Little Book That Teaches You When to Quit (and When to Stick) – Seth Godin

amazon: em português | em inglês

Um dos poucos livros do Seth Godin que li, mas a mensagem principal do mesmo é que em qualquer projeto que você faça sempre existe o “dip” que é o período logo após o início do projeto mas depois que a empolgação acaba.

Ele dá dicas que como reconhecer esse momento e o que fazer nele.

Por exemplo, um projeto ruim você vai perder total a motivação nele depois da empolgação inicial, então o melhor a se fazer é matar o projeto aí mesmo, ao invés de levar com a barriga e acabar perdendo tempo em algo que você não vai terminar.

Ou em projetos que você realmente quer muito, o fato de reconhecer que esse momento vai chegar te prepara para entender e elaborar estratégias para passar por essa “parte chata” e terminar o projeto.

É um livrinho pequeno e bem interessante pra aprender a como selecionar melhor suas idéias e projetos.


Deep Work: Rules for Focused Success in a Distracted World – Cal Newport

amazon: em português | em inglês

2018 foi um ano de bastante foco pra mim, e esse foi um dos livros que começou esse processo.

A tese toda do livro é que atualmente vivemos em uma sociedade muito desfocada de seus objetivos e que o diferencial que você pode ter é ser uma pessoa focada.

O livro passar por vários exemplos do que é “deep work”, mas eu diria que é “trabalhar no que é mais importante pra você durante um grande período de tempo”.

Ex, se você é programador, é mais importante você focar em uma tarefa só por 2h, 3h, 4h, do que tentar resolver várias tarefinhas, responder emails, participar de reuniões e etc.

E o mesmo vale para várias outras profissões, como estudantes, escritores, etc.

Eu mudei todo o meu jeito de trabalhar e estudar para ser assim e já estou colhendo alguns bons resultados.


Life 3.0: Being Human in the Age of Artificial Intelligence – Max Tegmark

amazon: em inglês

Esse é um livro sobre inteligência artificial, eu acho que vi 2 ou 3 pessoas “importantes” recomendarem esse livro e decidi ler.

O início do livro é bem interessante e conta uma história de ficção de um “grupo omega” que seria o primeiro grupo a criar uma inteligencia artificial generalizada, e como seriam os possíveis próximos 100 anos a partir desse ponto.

A história em si é maravilhosa.

O restante do livro é mais acadêmico explicando a importância de cada uma das considerações principais sobre AI e etc.

É um livro bastante interessante apesar de não ser um livro introdutório.

No fim eu também vi que Elon Musk, Bill Gates e Barack Obama leram esse livro no ano passado 🙂


You Don’t Know JS: Up & Going – Kyle Simpson

amazon: em inglês

Outro foco meu nesse ano foi começar a estudar JavaScript, e claro eu tive que começar a ler a série “You Don’t Know JavaScript”, por que bem, eu realmente não sabia nada.

Toda a série é interessante mas novamente não é um livro introdutório… eu até parei de ler a série, acredito que no quarto livro, por que precisava de mais conhecimento básico na linguagem pra aproveitar o livro melhor.

É um livro também meio difícil de tirar exemplos e de aprender certos conceitos, não por que eles não são explicados mas por que eu não consegui me identificar com alguns conceitos.

Possivelmente releio quando tiver mais experiência na linguagem


You Don’t Know JS: Scope and Closures – Kyle Simpson

amazon: em inglês

Segundo livro da série, mesmo acima se aplica, mas importante lembrar que não tenho nenhum conceito especifico para exemplificar de ambos os livros, ou seja, preciso de reler e aprender melhor.


Elon Musk: Tesla, Space X and the Quest for a Fantastic Future – Ashlee Vance

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Tentando uma leitura mais light li a biografia do Elon Musk, que é o bilionário por trás das 3 empresas mais inovativas atualmente, Tesla, Space X e Boring Company.

O livro já está meio “velho” por que se você acompanha o que as empresas do cara tem feito várias coisas que o livro diz que vai acontecer já aconteceram, mas o legal é que é um dos únicos livros que tem uma grande participação do próprio Elon na sua criação.

Interessante leitura pra quem tem interesse tanto na pessoa quanto nas empresas.


Reinvent Yourself – James Altucher

amazon: em inglês

James Altucher é um blogueiro mas começou a vida no mercado de ações, onde fez e perdeu milhões de dólares 2 ou 3 vezes na vida.

Esse é o terceiro ou quarto livro dele, eu gosto dele como autor por que ele tem uma voz bem própria e conta várias coisas que você nem imagina.

mas, foi um livro meio difícil de ler por que é basicamente uma coleção de posts do que já tem no blog e em outros livros, após um tempo fica meio cansativo por que parece que o cérebro assimila o “template” de como ele escreve.

Mas vale a leitura de várias das histórias malucas (que você pode ler diretamente no blog)


You Don’t Know JS: this & Object Prototypes – Kyle Simpson

amazon: em inglês

Mais um livro sobre JavaScript, boa leitura mas preciso reler para tentar assimilar melhor os conceitos.

Ou melhor, preciso reimplementar as coisas pra realmente entender.


So Good They Can’t Ignore You – Cal Newport

amazon: em inglês

Outro livro do Cal Newport, que meio que complementa o Deep Work, que li anteriormente, nesse a tese é mais “como se tornar uma pessoa insubstituível” e nisso ele dá a ideia de focar em deep work mas com certas habilidades especificas difíceis de serem copiadas.

Ou seja, basicamente explica por que programadores e engenheiros ganham bem, porque é uma profissão de difícil acesso, tanto por requerer vários conhecimentos complexos que demoram a ser adquiridos, quanto por necessitar uma manutenção desse conhecimento.

Vale a leitura para pensar em estratégias desse tipo.


Flowers for Algernon – Daniel Keyes

amazon: em português | em inglês

terminado em: 2018-09-06

Saindo um pouco dos livros mais técnicos e indo diretamente para ficção. (e o primeiro livro que marquei a data que terminei)

Esse livro conta a história de Charlie, um garoto que QI baixíssimo que passa por um procedimento cientifico que muda a maneira como o cérebro dele trabalha e ele vai gradualmente ficando mais inteligente.

O que mais me chamou a atenção nesse livro é que ele é contado através de cartas que o próprio Charlie escreve, ou seja, o livro começa com uma gramática bem horrível e vai melhorando a medida que ele vai ficando mais inteligente.

Além disso também é um livro que mostra bem “que inteligência não é tudo”, mostrando isso nas várias interações sociais que o Charlie tem com os vários outros personagens do livro.

Vale a leitura.


As 10 Maiores Mentiras Que Te Contam Sobre Ter Uma Loja Virtual – Eduardo Favarim

amazon: em português

terminado em: 2018-09-06

Posso dizer que esse livro é tudo o que eu gostaria de escrever sobre o que é montar uma loja virtual no Brasil, algo que eu trabalhei bastante nos últimos 5 anos e decidi não trabalhar mais no ano passado.

Sucintamente, é muito difícil ter uma loja online, MUITO MAIS difícil até que uma loja física.

Além de necessitar de uma dedicação MUITO MAIOR do que o lojista em geral está esperando.

Vale a leitura pra quem tem interesse ou tem uma loja virtual.


The Subtle Art of Not Giving a F*ck: A Counterintuitive Approach to Living a Good Life – Mark Manson

amazon: em português | em inglês

terminado em: 2018-09-08

Mais um livro de um autor famoso vindo do mundo dos blogs, se você conhece o Mark Manson é provavelmente por um texto famoso dele sobre o Brasil, ou por esse livro que fez um enorme sucesso no lançamento e ficou por muito tempo entre os mais vendidos mundialmente.

Mas… eu não consigo falar muito sobre o livro além de que tem várias histórias interessantes sobre a vida do cara.

Trechos do Livro

The key to a good life is not giving a fuck about more; it’s giving a fuck about less, giving a fuck about only what is true and immediate and important.

You get anxious about confronting somebody in your life. That anxiety cripples you and you start wondering why you’re so anxious.

Back in Grandpa’s day, he would feel like shit and think to himself, “Gee whiz, I sure do feel like a cow turd today. But hey, I guess that’s just life. Back to shoveling hay.”

We feel bad about feeling bad. We feel guilty for feeling guilty. We get angry about getting angry. We get anxious about feeling anxious. What is wrong with me?

Well, the solution to our stress and anxiety is right there in front of our noses, and we’re too busy watching porn and advertisements for ab machines that don’t work, wondering why we’re not banging a hot blonde with a rocking six-pack, to notice.

Our crisis is no longer material; it’s existential, it’s spiritual.

Because there’s an infinite amount of things we can now see or know, there are also an infinite number of ways we can discover that we don’t measure up, that we’re not good enough, that things aren’t as great as they could be. And this rips us apart inside.

The desire for more positive experience is itself a negative experience. And, paradoxically, the acceptance of one’s negative experience is itself a positive experience.

Wanting positive experience is a negative experience; accepting negative experience is a positive experience.

The more you desperately want to be rich, the more poor and unworthy you feel, regardless of how much money you actually make. The more you desperately want to be sexy and desired, the uglier you come to see yourself, regardless of your actual physical appearance. The more you desperately want to be happy and loved, the lonelier and more afraid you become, regardless of those who surround you. The more you want to be spiritually enlightened, the more self-centered and shallow you become in trying to get there.

Ever notice that sometimes when you care less about something, you do better at it?

Notice how sometimes when you stop giving a fuck, everything seems to fall into place?

Everything worthwhile in life is won through surmounting the associated negative experience.

To not give a fuck is to stare down life’s most terrifying and difficult challenges and still take action.

When most people envision giving no fucks whatsoever, they imagine a kind of serene indifference to everything,

There’s a name for a person who finds no emotion or meaning in anything: a psychopath.

Subtlety #1: Not giving a fuck does not mean being indifferent; it means being comfortable with being different.

People who are indifferent are lame and scared.

Indifferent people are afraid of the world and the repercussions of their own choices.

They reserve their fucks for what truly matters. Friends. Family. Purpose. Burritos.

Because there’s no such thing as a lack of adversity. It doesn’t exist.

Subtlety #2: To not give a fuck about adversity, you must first give a fuck about something more important than adversity.

The problem with people who hand out fucks like ice cream at a goddamn summer camp is that they don’t have anything more fuck-worthy to dedicate their fucks to.

I once heard an artist say that when a person has no problems, the mind automatically finds a way to invent some.

Subtlety #3: Whether you realize it or not, you are always choosing what to give a fuck about.

Rejections that were painful in the moment have actually worked out for the best.

Essentially, we become more selective about the fucks we’re willing to give. This is something called maturity.

The idea of not giving a fuck is a simple way of reorienting our expectations for life and choosing what is important and what is not.

The rich suffer because of their riches. The poor suffer because of their poverty. People without a family suffer because they have no family. People with a family suffer because of their family. People who pursue worldly pleasures suffer because of their worldly pleasures. People who abstain from worldly pleasures suffer because of their abstention.

We suffer for the simple reason that suffering is biologically useful.

research has found that our brains don’t register much difference between physical pain and psychological pain.

“The solution to one problem is merely the creation of the next one.”

“Don’t hope for a life without problems,” the panda said. “There’s no such thing. Instead, hope for a life full of good problems.”

When you solve your problem of not spending enough time with your partner by designating Wednesday night “date night,” you generate new problems, such as figuring out what to do every Wednesday that you both won’t hate, making sure you have enough money for nice dinners, rediscovering the chemistry and spark you two feel you’ve lost, and unraveling the logistics of fucking in a small bathtub filled with too many bubbles.

To be happy we need something to solve.

True happiness occurs only when you find the problems you enjoy having and enjoy solving.

Sometimes those problems are simple: eating good food, traveling to some new place, winning at the new video game you just bought.

People deny and blame others for their problems for the simple reason that it’s easy and feels good, while solving problems is hard and often feels bad.

Remember, nobody who is actually happy has to stand in front of a mirror and tell himself that he’s happy.

when it comes down to it, if you feel crappy it’s because your brain is telling you that there’s a problem that’s unaddressed or unresolved.

we shouldn’t always trust our own emotions. In fact, I believe we should make a habit of questioning them.

Decision-making based on emotional intuition, without the aid of reason to keep it in line, pretty much always sucks.

A more interesting question, a question that most people never consider, is, “What pain do you want in your life? What are you willing to struggle for?” Because that seems to be a greater determinant of how our lives turn out.

Despite my fantasizing about this for over half my lifetime, the reality never came to fruition. And it took me a long time and a lot of struggle to finally figure out why: I didn’t actually want it.

And what it took me a long time to discover is that I didn’t like to climb much. I just liked to imagine the summit.

The truth is, I thought I wanted something, but it turns out I didn’t. End of story.

Sometime in the 1960s, developing “high self-esteem”—having positive thoughts and feelings about oneself—became all the rage in psychology.

It turns out that merely feeling good about yourself doesn’t really mean anything unless you have a good reason to feel good about yourself.

If we have problems that are unsolvable, our unconscious figures that we’re either uniquely special or uniquely defective in some way. That we’re somehow unlike everyone else and that the rules must be different for us.

If you’ve got a problem, chances are millions of other people have had it in the past, have it now, and are going to have it in the future.

To become truly great at something, you have to dedicate shit-tons of time and energy to it.

The rare people who do become truly exceptional at something do so not because they believe they’re exceptional. On the contrary, they become amazing because they’re obsessed with improvement.

Humans often choose to dedicate large portions of their lives to seemingly useless or destructive causes.

If suffering is inevitable, if our problems in life are unavoidable, then the question we should be asking is not “How do I stop suffering?” but “Why am I suffering—for what purpose?”

Take a moment and think of something that’s really bugging you. Now ask yourself why it bugs you.

Our values determine the metrics by which we measure ourselves and everyone else.

As a rule, people who are terrified of what others think about them are actually terrified of all the shitty things they think about themselves being reflected back at them.)

This, in a nutshell, is what “self-improvement” is really about: prioritizing better values, choosing better things to give a fuck about. Because when you give better fucks, you get better problems. And when you get better problems, you get a better life.

If you’re miserable in your current situation, chances are it’s because you feel like some part of it is outside your control—that there’s a problem you have no ability to solve, a problem that was somehow thrust upon you without your choosing.

Many people may be to blame for your unhappiness, but nobody is ever responsible for your unhappiness but you.

This is because you always get to choose how you see things, how you react to things, how you value things.

Giving up a value you’ve depended on for years is going to feel disorienting, as if you don’t really know right from wrong anymore. This is hard, but it’s normal.

so the moment you change those values—the moment you decide that studying is more important than partying, that getting married and having a family is more important than rampant sex, that working a job you believe in is more important than money—your turnaround will reverberate out through your relationships, and many of them will blow up in your face. This too is normal and this too will be uncomfortable.


Zero to One: Notes on Startups, or How to Build the Future – Peter Thiel

amazon: em português | em inglês

terminado em: 2018-09-19

Peter Thiel é um dos ex fundadores do PayPal, bilionário, o primeiro investidor do Facebook, e também o cara que entrou em uma batalha legal contra o site Gawker no livro Conspiracy que revisei acima.

A tese desse livro é de come se cria empresas bilionárias, e o que o Thiel diz é que uma empresa bilionária se faz do 0 ao 1, ou seja, ela se cria ou se aperfeiçoa de uma maneira que ela seja muito superior ao que existe no mundo atualmente.

Ele exemplifica que o processo de globalização é “de 1 a 10” quando algo que já existe toma forma e se espalha, como o Mc Donalds por exemplo.

Mas as empresas que vão do 0 ao 1 são as que inovam de princípios básicos.

Outro exemplo que ele dá é que o Facebook é único, a próxima empresa bilionária não será uma rede social assim como o Facebook não é a Microsoft.

Conta também que ele investiu no Facebook não por que ele era uma das melhores redes sociais, mas por que foi a primeira que o foco era em ter um perfil totalmente verdadeiro e alinhado com quem você é na vida real.

Livro interessante pra quem pensa em construir algo.


The Zurich Axioms: The rules of risk and reward used by generations of Swiss bankers – Max Gunther

amazon: em português | em inglês

terminado em: 2018-10-06

Por alguma razão eu li alguns livros sobre investimentos esse ano, e os axiomas de Zurique é um dos principais pra qualquer investidor.

São vários axiomas, 11 se não me engano, para se ter em mente quando se investe em algo, vindo direto dos “super investidores” de Zurique.

Dos axiomas que eu me lembro são o de sair de algo que começa a dar errado bem antes de esse erro se concretizar.

Outro é que se você tiver um investimento bom e ele alcançou o seu objetivo no tempo estimado, você também deve sair dele e não continuar no investimento, por que o investimento de agora é totalmente diferente do investimento inicial que você analisou. etc.

O livro dá várias ideias sobre essas tácticas sobre investimento, bem legal, mesmo pra quem não está no mercado de ações.

Trechos do Livro

A little diversity probably won’t do any harm. Three good speculations, maybe four, maybe even six if you are strongly attracted to that many all at once. My personal rule of thumb is to have no more than four going at any one time, and most often I keep the number to three or less – sometimes just one.

As some say around Wall Street, “Put all your eggs in one basket, and then watch the basket”.

He was obviously familiar with the technique of shorting, in which you sell a stock before you own it, hoping the price will fall. If it does fall, you fulfil the sale by buying the stock for less money than you’ve received.


You Don’t Know JS: Types & Grammar – Kyle Simpson

amazon: em inglês

terminado em: 2018-10-06

Mais um de JavaScript que precisa ser relido e reestudado para absorver melhor as informações dele.


O Fim da Infância – Arthur C. Clarke

amazon: em português | em inglês

terminado em: 2018-10-14

Analisando agora eu li pouca ficção em 2018, e o pior, desse livro eu realmente tenho 0 lembranças de sobre o que ele é. Estranho não?

Deixe me ver… ah sim, uma raça alienígena vem de encontro a terra, mostra o seu “poder” e muda completamente a maneira que os humanos evoluem e interagem entre si.

É uma história interessante sobre o que poderia acontecer se encontrássemos uma raça super evoluída, e que mesmo essa raça ainda obedeça raças maiores.


How to Drive: Real World Instruction and Advice from Hollywood’s Top Driver – Ben Collins

amazon: em inglês

terminado em: 2018-10-22

Como eu decidi tirar a carteira de motorista também em 2018, resolvi ler sobre direção e etc, e esse livro é sobre o Stig, um dos motoristas do programa Top Gear, um programa de carros importante do UK.

Não posso dizer que eu aprendi muito com o livro, ou melhor eu aprendi muito com o livro, mas não é um real aprendizado porque eu ainda preciso de muita prática na rua e etc.

Uma informação interessante sobre o livro é que o “correto” a se dirigir é do lado direito e não do esquerdo como fazemos no Brasil, por que tanto os olhos quando a mão em geral são dominantes no lado direito para a maior parte da população… interessante.

Trechos do Livro

Millions of drivers will receive their licences this year with less than eighteen hours’ driving experience under their belt. A Starbucks barista receives twenty-four hours of training before being handed the keys to an espresso machine.

The Michelin Company mascot earned his name, Bibendum (Latin for ‘let’s drink’), in 1903 by literally swallowing the debris littering the course to win the Paris Road Race.

since power steering hadn’t been invented, to pull the desperately large, heavy wheel with one hand and push it with the other;

Feet, Not Legs It’s your feet that operate the pedals, not your whole leg.

Just make sure you have a clear view above the steering wheel.

Most cars have a footrest to keep your left foot out of the way. This enables you to brace yourself in a corner when you need to by pushing on your left leg.

Arms You should be able to relax into the back of the seat and find that your arms are still bent when you hold the steering wheel.

The head rest isn’t actually a rest – and if you remove it, or it’s not lined up with your melon, you’re more likely to break your neck if you have a shunt.

Keep sunglasses at the ready to handle low-lying sun and glare off a wet road. Avoid at all costs polarized sunglasses. I don’t know who invented them or why, but they ruin your ability to judge perspective and are totally unsuitable for driving.

When you place your foot on the accelerator or the brakes, feel the pressure through the tips of your toes rather than via the force in your thigh.

Gently tense your calf muscles and ease up the ball of your foot, or curl your big toe slowly upwards, until you reach the biting point. With only a light weight on the clutch pedal, forward motion will commence.

When you’re about to shift gear, release some pressure on the gas pedal first, to reduce the rate of acceleration. Then, as you come off the accelerator you start to depress the clutch, but for those seeking heaven on a gearstick: leave a tiny touch of accelerator on – just enough to keep the revs hovering above idle and cushion the flow.

When you lift off the throttle in gear it cuts propulsion to the engine, but the internals, the pistons and other gubbins continue spinning, and the friction of these moving parts causes drag known as engine braking. It’s a superb tool for controlled deceleration.

When you do have to brake, the idea is to operate the pedal once with a consistent pressure, rather than a sequence of kangaroo jumps.

the Formula 1 level, think that the brakes are for slowing the car down.’ Mario Andretti,

to deal with the mess. The tyre can generate a maximum force of 1.2G under braking or during cornering – but it cannot achieve 1.2G of peak braking and 1.2G of peak cornering at the same time. When a tyre contends with lateral cornering forces as well as longitudinal braking or acceleration forces, it develops less

Here’s the biggest piece of advice for pulling up at a junction and preparing to cross traffic: keep the steering wheel straight with your foot on the brakes until you pull out.

We therefore separate the cornering process into three phases in order to maximise their potential: 1.Best braking takes place in a straight line, because weight transfers to the front tyres, which aids braking and initial turning power. 2.Best cornering takes place with no braking or throttle. You reduce braking as you start steering. The body of the car will lean over; the weight transfers to the outside tyres, creating maximum cornering power. 3.Cornering power reduces as acceleration begins – and best acceleration happens in a straight line.

When the front tyres skid, the car has a tendency to go straight on towards the outside of a corner despite your efforts to convince it otherwise. The car understeers.

When the rears let go, the car rotates into the corner far more than you asked it to in terms of the steering angle. It oversteers.

The Technique of Motor Racing, Piero Taruffi. Steering-Wheel Papers, the Earl of Cottenham. Drive to Win, by Carroll Smith. Tune to Win, by Carroll Smith. Jackie Stewart’s Principles of Performance Driving, Sir Jackie Stewart. The Art and Technicalities of Grand Prix Driving, Niki Lauda Porsche High Performance Driving Handbook, by Vic Elford. Sports Car and Competition Driving, Paul Frère. Police Roadcraft. The Highway Code.


Flash Boys: A Wall Street Revolt – Michael Lewis

amazon: em português | em inglês

terminado em: 2018-11-01

Mais um livro sobre mercado de ações, esse não tão focado no mercado em si, mas em como algumas empresas fazer “loucuras” pra se colocar na frente competitivamente.

Esse livro contra a história de várias empresas que trabalham com High Frequency Trader, que é uma maneira de comprar e vender ações com lucros em micro segundos.

E as várias doideiras que eles fazem, por exemplo, boa parte do livro é dedicado a um projeto de passar um cabo entre duas cidades, acredito que Nova York e Chicago

Um projeto bilionário que afetou a vida de milhares de pessoas no caminho do cabeamento e que foi utilizado apenas para ganhar alguns segundos de vantagem entre as duas bolsas (e gerar bilhões para a empresa do projeto e seus clientes)

É daqueles livros que mostra que um investidor iniciante não tem nenhuma chance de “ganhar” no mercado de ações.

Trechos do Livro

Latency was simply the time between the moment a signal was sent and when it was received.

A “bid” was an attempt to buy stock, an “offer” an attempt to sell it.

To cross the spread, if you were selling, meant to accept the bidder’s price, or, if you were buying, the offering price.

A product manager, to be any good, had to be obsessive.

But for the most part, if you wanted to find out what some big investor was about to do, you needed to do a little bit of it with him.

Order types—like “market” and “limit”—exist so that the person who submits the order to buy or sell stock retains some control over his order after it has entered the marketplace.

One of his favorite books was actually called Complexity, by M. Mitchell Waldrop.

One of his favorite books was actually called Complexity, by M. Mitchell Waldrop. His favorite paper to pass out was “How Complex Systems Fail,” an eighteen-bullet-point summary by Richard I. Cook, now a professor of health care systems safety in Sweden.

The person whose job it was to make sure shit didn’t break ran two kinds of career risks: the risk of shit breaking that was within his control, and the risk of shit breaking over which he had no control.


The Choose Yourself Guide to Wealth – James Altucher

amazon: em inglês

terminado em: 2018-11-09

Mais um livro do Altucher e com o mesmo defeito do acima, vende-se como um guia mas é uma super coletânea de blog posts, com várias ideias bacanas, mas talvez não tão úteis.

Ao menos as histórias são engraçadas, mas eu me peguei com uma certa dificuldade de terminar esse.

Trechos do Livro

don’t be afraid to do things manually to get things going on your site.


“What Do You Care What Other People Think?” – Further Adventures of a Curious Character – Richard P. Feynman

amazon: em inglês

terminado em: 2018-11-24

Richard P. Feynman, o que falar sobre? Eu já li esse livro umas 2 ou 3 vezes na vida, por que o Feynman é super interessante e engraçado.

Feynman é um físico famoso, ganhador do Nobel, e um dos participantes do projeto Manhattan que criou a bomba atômica.

Esse livro é o mais triste dos dois que ele tem, foca um pouca mais na relação dele com a esposa, que infelizmente morreu de uma doença incurável enquanto ele ainda vivia.

Foca também na história da investigação do acidente da Challenger, um veiculo espacial que explodiu e foi um dos últimos a ir para o espaço

Com a explosão e morte dos astronautas acabou levando o povo americano a parar os investimentos em ida para o espaço, e o Feynman dá uma explicação super detalhada de como foi participar do processo investigativo.

Um ótimo livro.

Trechos do Livro

But in the air force we have a rule: check six.” He explained, “A guy is flying along, looking in all directions, and feeling very safe. Another guy flies up behind him (at ‘six o’clock’—‘twelve o’clock’ is directly in front), and shoots. Most airplanes are shot down that way. Thinking that you’re safe is very dangerous! Somewhere, there’s a weakness you’ve got to find. You must always check six o’clock.”


It Doesn’t Have to be Crazy at Work – Jason Fried and David Heinemeier Hansson

amazon: em inglês

terminado em: 2018-12-11

Mais um dos livros dos caras do Basecamp, 37signals e Rails.

Um livro de dois caras que tem uma empresa milionária e que focam muito em seus funcionários e colaboradores, os colaboradores trabalham menos que o “normal”, trabalham 4 dias por semana, tem férias grandes e mesmo assim a empresa tem funcionado a mais de uma década.

Eu não sei muito o que falar sobre, só que gostaria muito de trabalhar em algum lugar que tivesse implementado várias das ideias que eles propõem no livro.

Mas no Brasil isso não é possível infelizmente, as empresas aqui não são feitas pra se trabalhar de maneira inteligente (ou mesmo darem lucro) acredito.

Vale pra quem quer tentar trabalhar melhor, mas se a sua situação é Brasil infelizmente não vejo muito como se pode aplicar, a não se que você tenha alguma agência sobre o que pode fazer no seu trabalho e/ou na empresa.

Trechos do Livro

We work on projects for six weeks at a time, then we take two weeks off from scheduled work to roam and decompress. We didn’t simply theorize that would be the best way to work. We started by working on things for as long as they took. Then we saw how projects never seemed to end. So we started time-boxing at three months. We found that was still too long. So we tried even shorter times. And we ended up here, in six-week cycles. We iterated our way to what works for us.

Running a calm company is, unfortunately, not the default way to run a company these days.

There’s no such thing as a casual suggestion when it comes from the owner of the business.


7 Must Known Strategies to Learn Anything Faster – Scott Young

terminado em: 2018-12-11

Não lembro nenhuma estratégia. kkk


The Inner Game of Tennis: The Classic Guide to the Mental Side of Peak Performance – W. Timothy Gallwey

amazon: em português | em inglês

terminado em: 2018-12-27

Mais um livro na série de “foco” e etc, parecido com os livros do Cal Newport acima.

É um livro de um treinador de tênis falando sobre como é a experiencia dele com os alunos e o que ele aprendeu durante os anos.

Ele divide o “inner game” (pensamentos internos?) em “eu 1” e “eu 2”

ele diz que o que mais causa problemas é que a eu 1 é a “faladora” e a eu 2 é a executora.

mas uma não confia na outra, ou seja a “eu 1” é o a vozinha que diz “não erre o saque, seu merda” enquanto o “eu 2” é o que realmente executa o saque e etc.

ele dá dicas em como esses 2 eus tem que se comunicar, como fazer o “eu 1” confiar nas habilidades do “eu 2” e etc.

acho que o pronto principal desse livro pra mim é que ele mostra que as vezes a vos mental que fica “te cobrando” acaba atrapalhando mais.

ele dá o exemplo de alguém que vai aprender a sacar, se você mostra 10 saques sem falar nada para a pessoa a pessoa consegue executar os saques bem em sua maioria.

mas se você comenta algo como “mova mais os pés”, a pessoa a partir daí fica mais focada nesse ponto, o “eu 1” preocupado com isso acaba atrapalhando o “eu 2” a executar o que precisa e no fim nem os pés são movimentados.

mais um bom livro pra quem gosta de analisar a própria performance.

Trechos do Livro

Every game is composed of two parts, an outer game and an inner game.

To my surprise, errors that I saw but didn’t mention were correcting themselves without the student ever knowing he had made them.

the key to better tennis—or better anything—lies in improving the relationship between the conscious teller, Self 1, and the natural capabilities of Self 2.

THE FIRST INNER SKILL to be developed in the Inner Game is that of nonjudgmental awareness.

If you view an erratic backhand as a reflection of who you are, you will be upset. But you are not your backhand any more than a parent is his child.

Why is it so easy for a child to pick up a foreign language? Primarily because he hasn’t learned how to interfere with his own natural, untaught learning process.

Fighting the fantasy of old habits is what causes the conscientious tennis player to strain and tighten unnecessarily.

In short, there is no need to fight old habits. Start new ones.

Starting a new pattern is easy when done with childlike disregard for imagined difficulties.

STEP 1   Observe Existing Behavior Nonjudgmentally

STEP 3   Let It Happen! Trust Self

STEP 2   Picture Desired Outcome

STEP 3   Let It Happen! Trust Self 2

STEP 4   Nonjudgmental, Calm Observation of the Results Leading to Continuing Observation and Learning

My experience over the years is that the best way to quiet the mind is not by telling it to shut up, or by arguing with it, or criticizing it for criticizing you. Fighting the mind does not work. What works best is learning to focus it.

Winning is overcoming obstacles to reach a goal, but the value in winning is only as great as the value of the goal reached.

“When it comes to overcoming obstacles, there are three kinds of people. The first kind sees most obstacles as insurmountable and walks away. The second kind sees an obstacle and says, I can overcome it, and starts to dig under, climb over, or blast through it. The third type of person, before deciding to overcome the obstacle, tries to find a viewpoint where what is on the other side of the obstacle can be seen. Then, only if the reward is worth the effort, does he attempt to overcome the obstacle.”

Self 1 was the name given to the conscious ego-mind which likes to tell Self 2, you and your potential, how to hit the tennis ball.

Self 1 was the name given to the conscious ego-mind which likes to tell Self 2, you and your potential, how to hit the tennis ball. The key to spontaneous, high-level tennis is in resolving the lack of harmony which usually exists between these two selves.

When a player comes to recognize, for instance, that learning to focus may be more valuable to him than a backhand, he shifts from being primarily a player of the outer game to being a player of the Inner Game.

instead of learning focus to improve his tennis, he practices tennis to improve his focus.

Until subdued, Self 1 is capable of producing fears, doubts and delusions wherever you are and whatever you are doing.

Perhaps the most indispensable tool for human beings in modern times is the ability to remain calm in the midst of rapid and unsettling changes.

The problem with “managing stress” is that you tend to believe it is inevitable.

Support and encourage your Self 2, knowing that the stronger it gets, the more it will take to throw you off balance, and the quicker you can regain your balance.

Wives, husbands, bosses, children, bills, advertising, society itself, will continue to make their demands on our lives. “Do this better, do this more, be this way and don’t be that way, make something of yourself, be more like him or be like her, we are now instituting these changes, so change.”

one thing is for sure: the pressures from outside will keep on coming and in fact could easily accelerate in pace and increase in intensity.

The fundamental issue is what kind of priority are we giving the demands of Self 2 in relation to all the external pressures?

I, like anyone else, have to learn something very important—how to distinguish the inner requests of Self 2 from the outer demands that have been “internalized” by Self 1 and are now so familiar in my thinking that they “sound like” they are coming from me.

Freedom from stress happens in proportion to our responsiveness to our true selves, allowing every moment possible to be an opportunity for Self 2 to be what it is and enjoy the process. As far as I can see, this is a lifelong learning process.

Perhaps I have to learn and relearn this fact because I was conditioned so early to believe the opposite: that somehow I was bad and had to learn to become good.

I expect I’ll never outgrow the need to renew trust in myself and to protect myself from the voices, inside or out, that undermine that trust.

The ability to focus the mind is the ability to not let it run away with you. It does not mean not to think—but to be the one who directs your own thinking.

It takes as much trust to fully focus attention when listening to another person without carrying on a side conversation in your own head as it does to watch a tennis ball in all its detail, without listening to Self 1’s worries, hopes and instructions. Stability grows as I learn to accept what I cannot control and take control of what I can. One cold winter evening, on my first year after graduation from college, I learned for

It takes as much trust to fully focus attention when listening to another person without carrying on a side conversation in your own head as it does to watch a tennis ball in all its detail, without listening to Self 1’s worries, hopes and instructions.

“Abandon” is a good word to describe what happens to a tennis player who feels he has nothing to lose. He stops caring about the outcome and plays all out. It is a letting go of the concerns of Self 1 and letting in of the natural concerns of a deeper and truer self. It is caring, yet not caring; it is effort, but effortless at the same time.

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